terça-feira, 23 de abril de 2019

Militares do Tocantins receberam promoções — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Militares do Tocantins receberam promoções — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
O Governo do Tocantins promoveu 1.727 militares, entre servidores da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, nesta segunda-feira (22). Na PM, 303 oficiais e 1.238 praças receberam o benefício. Os outros 186 promovidos trabalham como Bombeiros militares.
Os valores das promoções ainda não foram divulgados pelo estado, mas a Secretaria de Comunicação divulgou que não haverá impacto financeiro negativo porque há servidores sendo aposentados nas duas corporações. Na PM, 144 policiais irão para a reserva e nos Bombeiros serão oito. Também não foi informado quanto os servidores que estão sendo aposentados recebiam juntos.
Durante a cerimônia, o governador do estado, Mauro Carlesse (PHS), disse que o estado tem condições de fazer a promoção e que os custos vão começar apenas após 24 meses.
Segundo o governo, os critérios para determinar quais militares receberiam as promoções são 'merecimento, antiguidade e escolha'. O último critério só é aplicado nos casos dos tenentes-coronéis que serão promovidos a coronéis, a patente mais alta da hierarquia no estado. Eles foram apontados pelo próprio governador.
Os valores das promoções só começarão a ser pagos quando o estado for enquadrado novamente na Lei de Responsabilidade Fiscal. A solenidade de promoção deles foi no final da tarde desta segunda-feira no Quartel do Comando Geral da PM.

G1 Tocantins 

Governo promove 1,7 mil militares entre PMs e Bombeiros. Araguaína News

Um carro ficou com a frente destruída após bater na lateral de um caminhão em Araguaína, norte do Tocantins. O acidente aconteceu na avenida Bernardo Sayão, no Setor Oeste, na noite desta segunda-feira (22). No carro havia quatro pessoas, sendo que pelo menos uma delas sofreu ferimentos graves.
De acordo com os Bombeiros, testemunhas contaram que a carreta fazia uma conversão na avenida quando foi atingida pelo carro. Três vítimas foram socorridas pelo Samu e o estado de saúde delas não foi informado.
A quarta pessoa, que foi atendida pelo Corpo de Bombeiros, teve fratura em uma da pernas e foi levada para o Hospital Regional de Araguaína.
O motorista do caminhão não teve ferimentos. A perícia foi chamada e o laudo deve indicar as responsabilidades do acidente.
Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
Vítimas foram socorridas pelos Bombeiros e Samu — Foto: Bombeiros/DivulgaçãoVítimas foram socorridas pelos Bombeiros e Samu — Foto: Bombeiros/Divulgação
Vítimas foram socorridas pelos Bombeiros e Samu — Foto: Bombeiros/Divulgação

G1 Tocantins 

Colisão entre carro e carreta deixa feridos em avenida de Araguaína. Araguaína News

Obras estão sendo realizadas em várias cidades do estado — Foto: Energisa/Divulgalção
Obras estão sendo realizadas em várias cidades do estado — Foto: Energisa/Divulgalção
A partir desta terça-feira (23) serão realizadas obras de manutenção na rede elétrica de 32 cidades do Tocantins. Por causa disso haverá desligamento parcial e diversas localidades até á próxima sexta-feira (26). De acordo com a concessionária de energia, a Energisa, os clientes serão avisados por meio de SMS, carro de som e carta.
Entre os serviços que serão realizados estão à modernização e ampliação da rede de energia, limpeza de faixa, substituição e deslocamento de postes. De acordo com a Energisa, as ações ajudam a prevenir a falta de energia e outros problemas com a rede de energia.
"Com as melhorias também tornamos o sistema mais resistente aos fatores climáticos, como as chuvas severas que atingem a região", afirma o gerente de Construção e Manutenção da Energisa, Alberto Cunha.
Os clientes das cidades afetadas também podem consultar o horário do desligamento pelo site da Energisa, pelo aplicativo de celular empresa ou pelo telefone 0800 721 3330.

Confira as cidades que terão desligamento programado:

  • Pindorama do Tocantins – 23,24, 25 e 26/4
  • Buriti do Tocantins – 23 e 25/4
  • Alvorada – 23/4
  • Colinas do Tocantins – 23 e 25/4
  • Bandeirantes do Tocantins - 23 e 26/4
  • Augustinópolis - 23 e 25/4
  • Arapoema - 23 e 26/4
  • Itaporã do Tocantins - 23/4
  • Natividade - 23/4
  • Peixe - 23/4
  • Araguatins - 23 e 25/4
  • Axixá do Tocantins - 23, 25 e 26/4
  • Nova Olinda - 23/4
  • Tupiratins - 23/4
  • Palmeirante - 23/4
  • Guaraí - 23/4
  • Sítio Novo do Tocantins - 23/4
  • São Miguel do Tocantins - 23/4
  • Talismã - 24, 25 e 26/4
  • Araguaína - 24/4
  • Jaú do Tocantins – 24 e 25/4
  • Paraíso do Tocantins - 24/4
  • São Félix do Tocantins - 24/4
  • Praia Norte - 24/4
  • Palmas - 24/4
  • São Bento do Tocantins – 25 e 26/4
  • Itaguatins - 26/4
  • Novo Acordo - 25/4
  • Lizarda - 26/4
  • Maurilândia do Tocantins - 26/4
  • Chapada da Natividade - 26/4
  • Pau D’Arco - 26/4
G1 Tocantins 

Energia elétrica será parcialmente desligada em 32 cidades para obras de manutenção. Araguaína News



Entrou em vigor nesta segunda-feira o novo Sistema Nacional de Armas (Sinarm), que visa a adequar ao sistema as mudanças contempladas pelo decreto que flexibilizou a posse de armas no Brasil. Mas que consequências essas mudanças podem trazer para a segurança no país?


Armas de pequeno porte da empresa brasileira Taurus


O Sistema Nacional de Armas, instituído no Ministério da Justiça, no âmbito da Polícia Federal, com circunscrição em todo o território nacional, é responsável pelo controle de armas de fogo em poder da população. Devido a alterações aprovadas pelo novo governo, o sistema passa a funcionar com novas especificações a partir de hoje, que facilitarão aos cidadãos a possibilidade de possuir uma arma de fogo. Em um país com taxas de violência tão altas como o Brasil, essa flexibilização pode ajudar na questão da segurança ou será que torna a situação ainda mais perigosa?
Para o coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo José Vicente da Silva, secretário nacional de Segurança Pública durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, não há dúvidas de que as facilidades trazidas pelo Sinarm II aumentam as chances de casos de violência já conhecidos pelos brasileiros, como o suicídio, o feminicídio e o homicídio cometido por jovens que pegam a arma do seus pais ou outro responsável em casa, por exemplo. Segundo o especialista, além disso, também são significativas as possibilidades de essas armas acabarem abastecendo o mercado clandestino, representando sérios riscos para a sociedade.



"Armas que são adquiridas dentro dessas normas legais, para posse em casa, acabam de alguma maneira sendo desviadas, perdidas, furtadas, roubadas, e vão abastecer os criminosos violentos", disse ele em entrevista à Sputnik Brasil.

Vicente acredita que o novo Sinarm não apresenta necessariamente uma melhoria nos procedimentos de controle da Polícia Federal, mas representa meramente um avanço burocrático. Ele acredita que outras medidas poderiam ter sido adotadas nesse sentido, como a colocação de um chip de identificação da procedência dos equipamentos, proprietário etc, algo que acabou não acontecendo. 
​Ainda de acordo com o coronel, as evidências e os dados disponíveis indicam que, no Brasil, mais armas significam mais mortes. E, nos últimos anos, aumentou vertiginosamente o número de autorizações de porte dadas pelo Exército para pessoas que praticam tiro esportivo. Para o militar, esse número maior de armas implica em riscos maiores para os brasileiros.
"Isso vai tornar o país mais perigoso, na minha visão de especialista que atua não como mera opinião, pelo levantamento de dados", disse o ex-secretário. "Até porque quem mata, no Brasil, a chance de ir preso é no máximo de 5%." 
Luiz Antônio de Araújo Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), afirma que o advento do novo decreto sobre a posse de armas representa uma evolução no sistema de controle das armas pela PF. Segundo ele, embora a mudança esteja sendo entendida publicamente como uma flexibilização, internamente, a polícia está analisando a questão como fixação de um rol objetivo de critérios para a concessão do registro de posse de armas. 
"Na verdade, é uma solução de um problema que vinha se acumulando internamente na Polícia Federal, que era a falta de uniformidade nessas decisões, nesses deferimentos sobre a possibilidade de o brasileiro comprar ou não sua arma", disse ele à Sputnik Brasil. 
De acordo com o especialista, o sistema anterior apresentava demandas que dificultavam o trabalho das autoridades na concessão dos registros, como a necessidade de uma análise de um funcionário das forças de segurança sobre a efetiva necessidade de o interessado em questão possuir uma arma, enquanto o Sinarm II possibilitou uma uniformização de decisões em todo o país, ao considerar apenas as comprovações dadas através dos documentos apresentados pelo requerente. 
"Lógico que vai haver uma busca maior. Mas, enfim, o rol continua sendo rígido. E o brasileiro que optar por comprar uma arma, da qual teve autorização, desde o referendo em 2005, vai ter que cumprir esses critérios dessa vez objetivos. O trabalho dos policiais, nesse sentido, tem o total apoio nosso, da federação, porque nós vamos passar a tratar igualmente todos os processos de concessão para compra de arma em todo o Brasil."
​Boudens argumenta que, do ponto de vista de uma autoridade da lei, é um pouco contraditório ter que reconhecer a necessidade de um cidadão se armar, quando o Estado, através de suas instituições, deveria garantir a segurança. Mas, em virtude da criminalidade crescente, segundo ele, é compreensível que o brasileiro se sinta desprotegido, uma vez que a polícia preventiva não dá conta de toda a demanda do setor.
"E aí nós temos que passar por uma fase temporária que é de aceitar que o próprio brasileiro queira se defender. E, para isso, ele precisa de uma legislação adequada." 

Spuntik 

Especialistas divergem sobre consequências da facilitação da posse de armas. Araguaína News


Entidades realizam em maio o movimento #cienciaocupabrasilia
Brasil CTI
Brasil CTI
  | Atualizado 
A ideia é mobilizar a comunidade científica em um movimento batizado #cienciaocupabrasilia. Espera-se que, com a adesão da rede nacional de entidades científicas e acadêmicas, essa mobilização se estenda por todo o País. Foto: Tânia Rêgo/Agência
A situação da CT&I e da educação no País atingiu o nível mais crítico das últimas décadas. Com o contingenciamento recente de 42%, para 2019, nos recursos de investimentos do MCTIC, e de 21% do MEC, o funcionamento das agências de fomento à pesquisa do governo federal – CNPq, Finep e Capes – está ameaçado. Os cortes atingirão em cheio os institutos de pesquisa e universidades, e de forma intensa, a pós-graduação do País. O fato é ainda mais grave se observarmos que este patamar baixíssimo de recursos para CT&I se estenderá para 2020 e anos seguintes, em função da Emenda Constitucional 95, que estabelece um teto para os gastos anuais do governo pelos próximos 20 anos com base no orçamento executado no ano corrente. Evidentemente outras questões muito sérias, em relação à liberdade acadêmica e de pesquisa, à educação, à preservação do meio ambiente, aos direitos sociais e à própria democracia estão também em causa neste momento.
Diante deste quadro avassalador, a SBPC, em articulação com outras entidades científicas e acadêmicas nacionais, como a Academia Brasileira de Ciências (ABC), realiza nos dias 8 e 9 de maio, em Brasília, manifestações em defesa da ciência e tecnologia.
A ideia é mobilizar a comunidade científica em um movimento batizado #cienciaocupabrasilia. Espera-se que, com a adesão da rede nacional de entidades científicas e acadêmicas, essa mobilização se estenda por todo o País.
No dia 8, um ato no Congresso Nacional marca o lançamento da “Iniciativa de C&T no Parlamento – ICTP.br” e em defesa da ciência brasileira, com a presença de entidades científicas, instituições de pesquisa e pesquisadores de todo o País. A ICTP.br é coordenada pela SBPC, ABC, Confap, Andifes, Consecti, FSMCT, Confies, Conif.
“Todas as sociedades científicas estão convidadas a integrarem e participarem desta Iniciativa. Será muito importante termos no Congresso representantes de todas as entidades científicas e acadêmicas, bem como de instituições de pesquisa, universidades, institutos federais, entidades empresariais ligadas à CT&I, grupos de pesquisa, INCTs, etc.. É fundamental contarmos ali com um número significativo de representantes da nossa comunidade”, ressalta o presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira, em carta enviada nesta segunda-feira, 15 de abril, às instituições.
No dia 9 de maio está programada uma reunião desses representantes com o ministro Marcos Pontes. O encontro foi articulado pela SBPC e ABC. Na sessão, serão discutidas as questões essenciais deste momento, levantadas no Fórum das Sociedades Científicas Associadas à SBPC, realizado em março, em São Paulo. O número e a composição dos participantes desta reunião ainda estão sendo definidos com o MCTIC.
“A SBPC conclama as sociedades científicas afiliadas que mobilizem os sócios de suas entidades para a discussão de estratégias de atuação e para a preparação e a realização de atos que se contraponham aos cortes drásticos nos recursos para a C&T no País e a outros retrocessos”, reitera o documento.
Todas as ações que estiverem sendo organizadas nos diversos estados serão divulgadas pela SBPC, por meio do Jornal da Ciência e suas redes sociais. (SBPC)

Diario do poder 

SBPC convoca mobilização nacional contra cortes em CT&I. Araguaína News

 
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