quinta-feira, 6 de dezembro de 2018







“Eles estavam em atitudes suspeitas, em uma Yamaha YBR, cor preta, e ao notarem que iam ser abordados, tentaram fuga, foram interceptados e abordados e assim constatou-se que estavam portando um simulacro de arma de fogo. Foram imediatamente presos por porte ilegal de arma de fogo”.
O fato aconteceu às 07h55 desta terça-feira, 04, na Rua 13 de Novembro, Setor Dom Orione, em Araguaína, onde uma Guarnição de Rádio Patrulha da Polícia Militar realizava patrulhamento quando se deparou com dois homens em atitudes suspeitas, transitando em uma moto Yamaha YBR, cor preta.
Ao notarem a aproximação da viatura, eles tentaram empreender fuga em alta velocidade, mas foram interceptados e abordados pelos Policiais Militares, ocasião em que constatou-se tratar de dois adultos de 18 e 30 anos e que estavam de posse de um simulacro de arma de fogo, tipo revólver.
A Polícia Militar deu-lhes voz de prisão e os conduziu juntamente com o simulacro de arma de fogo para a DP de Plantão para serem devidamente autuados pelo porte ilegal de arma de fogo. Ressalta-se que a motocicleta estava apenas com restrição de débito, não sendo produto de roubo.
Ascom : 2º BPM /TO

Polícia Militar prende homens por porte de simulacro de arma de fogo em Araguaína. Araguaína News

O pronto-socorro do Hospital Geral de Palmas ficou isolado por alguns minutos no começo da tarde desta quinta-feira (6) enquanto a unidade recebia dois pacientes com suspeita de doenças contagiosas. Um deles foi internado com sintomas de meningite e outro de H1N1. Uma dessas pessoas é de Palmas e a outra do interior do estado.
O hospital informou que exames serão feitos para confirmar os diagnósticos e que os dois estão na Unidade de Tratamento Intensivo afastados de outros pacientes.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. O diretor do pronto-socorro do HGP, Wallace André, esclareceu que o procedimento de isolar os pacientes é padrão e o objetivo é evitar o contágio. O médico informou ainda que o atendimento no pronto-socorro e as visitas já foram normalizadas e que o hospital está funcionando. Nesta quinta-feira (6) de acordo com o médico, há 14 internados na sala amarela e oito na sala vermelha do HGP.

G1 Tocantins 

Pacientes com suspeita de meningite e H1N1 são internados no Hospital Geral de Palmas. Araguaína News

Foram absolvidos nesta quarta-feira (4) os 16 acusados de um assassinato ocorrido em junho de 1996 na antiga Casa de Prisão Provisória de Palmas. Este era o caso mais antigo da comarca e o julgamento durou 48 horas. Inicialmente, 24 pessoas foram denunciadas por invadir a unidade e matar um suspeito de homicídio. Porém, o crime prescreveu para três acusados e outros cinco morreram antes do julgamento.
O crime aconteceu depois que um taxista de Porto Nacional foi morto em um latrocínio. O caso gerou grande comoção na época. O suspeito acabou sendo preso, confessou o crime e foi levado para a CPP de Palmas.
Após a prisão, várias pessoas foram para a unidade e começaram um protesto pela morte do taxista. Testemunhas contaram que durante a manifestação os ânimos se exaltaram e houve uma invasão na CPP. Nesse momento, o suspeito do homicídio foi agredido e morto.
A maioria dos acusados, que atualmente têm entre 48 e 68 anos, exerciam a profissão de mototaxista na época do crime.
Os réus foram defendidos por quatro defensores públicos e um advogado. O processo se desenrolou por 22 anos e nunca foi comprovado o envolvimento dos acusados. Os réus foram absolvidos pelo júri popular em sessão de julgamento realizada pelo juiz Gil Correia.


G1 Tocantins 

Suspeitos de matar mototaxista em 1996 são absolvidos em júri popular. Araguaína News



O Governo do Tocantins publicou na noite desta quarta-feira (5) os nomes dos novos delegados regionais do estado. A lista foi divulgada após as polêmicas exonerações em novembro, apontadas pela categoria como uma tentativa de interferência do Palácio Araguaia em investigações. A delegacia regional de Araguaína, principal foco da polêmica, será comanda por Vladmir Bezerra de Oliveira.
Bezerra estava lotado em Tocantinópolis desde setembro de 2017. Ele faz parte do grupo que assumiu as funções após o concurso mais recente da Polícia Civil.
A medida do governo também extinguiu cinco delegacias regionais, em Alvorada, Pedro Afonso, Araguatins, Arraias e Miracema. Elas foram fundidas com outras regionais.
O delegado Bruno Boaventura, que abriu uma investigação contra a família do deputado estadual Olyntho Neto (PSDB), segue trabalhando em Araguaína, na Deic.

Veja os nomes:

  • Delegacia-Geral da Polícia Civil: Rossílio Correia
  • Diretor de Polícia da Capital: Raimundo Claudio de Paula Batista
  • Delegacia Regional de Araguaína: Vladmir Bezerra de Oliveira
  • Delegacia Regional de Tocantinópolis/Araguatins: Tiago Daniel de Morais
  • Delegacia Regional de Gurupi/Alvorada: Alcindo Augusto Celestino de Souza
  • Delegacia Regional de Porto Nacional: Pedro Henrique Félix Bernardes
  • Delegacia Regional de Guaraí/Pedro Afonso: Adriano Carrasco dos Santos
  • Delegacia Regional de Paraíso do Tocantins/Miracema do Tocantins: Bruno Monteiro Baeza
  • Delegacia Regional de Colinas do Tocantins: Olodes Maria Oliveira
  • Delegacia Regional de Dianópolis/Arraias: Márcio Duarte Teixeira

G1 To

Governo nomeia novos delegados regionais após exonerações polêmicas; veja nomes. Araguaína News


Um cadela foi resgatada após levar marretadas na cabeça e desmaiar em Lajeado, na região central do Tocantins. O crime aconteceu nesta quinta-feira (6). Segundo a polícia, para disfarçar o sangramento, o agressor jogou tinta vermelha no animal. O suspeito confessou as agressões e foi liberado da delegacia. A cadela está em estado grave.
A cadela foi resgatada pela estudante Talita Portilho, que é vizinha do suspeito e foi ao local depois de ouvir os gritos. Talita denunciou os maus-tratos e disse que, quando ameaçou chamar a polícia, o homem jogou tinta vermelha no animal.
A estudante disse que o cão estava ensanguentado e chegou a desmaiar. "Ela estava sangrando muito no nariz e na boca. Metade do olho ficou para fora e ela não consegue andar. Pode ficar com sequelas", disse a estudante.
O suspeito de 55 anos foi levado para a delegacia de Miranorte, confessou a agressão, mas disse que estava embriagado e se arrependeu. Ele vai responder pelo crime em liberdade.
Um veterinário prestou os primeiros socorros, mas por causa da gravidade, a cadela vai ser levada para uma clínica veterinária de Palmas. A jovem disse que vai precisar de doações para arcar com o tratamento e o animal vai ficar disponível para adoção.

Abandono de animal

Nesta quarta-feira (5) um cachorro foi resgatado por agentes da Delegacia de Crimes contra o Meio Ambiente em Palmas. O animal foi abandonado na porta de uma casa depois que o dono se mudou. O bicho foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), foi diagnosticado leishmaniose, conhecida como calazar, e deve ser sacrificado.

Animal levou marretadas na cabeça — Foto: Divulgação
Animal levou marretadas na cabeça — Foto: Divulgação



A Polícia Civil informou ainda que a perícia foi chamada para examinar o animal e verificar indícios de maus-tratos.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente e o dono do animal pode ser autuado por crime de maus-tratos contra animais domésticos. A pena é de detenção de três meses a um ano e multa.

G1 To

Cadela de rua agredida com marretadas na cabeça é pintada de vermelho para disfarçar sangramento. Araguaína News

Representantes de povos indígenas vão ao CCBB entregar carta ao presidente eleito Jair Bolsonaro.
Índios vão ao CCBB entregar carta pedindo que Funai permaneça com a Justiça - Marcelo Camargo/Agência Brasil




Representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) entregaram hoje (6) à equipe de transição de governo um pedido, a ser entregue ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, para que a Fundação Nacional do Índio (Funai) permaneça no Ministério da Justiça. A Funai ficará, contudo, com o novo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, que será comandado pela advogada Damares Alves, a partir de janeiro. O anúncio foi feito nesta tarde.

“Nenhum outro ministério é preparado para tratar de conflitos fundiários. Ali é a instância onde a Funai vai estar atuante e vai ter condições de resolver os conflitos e acabar com o genocídio dos povos indígenas”, disse o coordenador da Apib, Kretã Kayngang.
A possibilidade de transferência da Funai para o Ministério da Agricultura foi mencionada pelo ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, que comandará a Casa Civil no próximo governo. O assunto foi mencionado quando Lorenzoni apresentou a estrutura do futuro governo em uma entrevista coletiva na segunda-feira (3).

Nesta segunda-feira, ao deixar o CCBB, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), indicada para a pasta da Agricultura, disse que ainda não há uma decisão sobre o futuro da Funai e que acredita que continuará subordinada ao Ministério da Justiça, como é atualmente.
Servidores da Funai enviaram uma carta ao futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, na tentativa de evitar o remanejamento. Na carta, os servidores destacam a importância de a Funai permanecer sob os cuidados do Ministério da Justiça. A preocupação concentra-se em torno da demarcação de terras indígenas e garantias de direitos dos índios.
No documento, os funcionários ressaltam que, desde 1988, as políticas indigenistas deixaram de ser atribuição exclusiva da Funai, o que acarretou, na diminuição do orçamento desta fundação, e por consequência na dificuldade de desempenhar suas funções de proteger os direitos indígenas.

Ainda de acordo com o grupo, o orçamento da fundação passou de R$ 190 milhões, em 2013, para R$ 117 milhões neste ano.

Segundo servidores da fundação e indigenistas, as péssimas condições de trabalho têm levado um crescente número de funcionários a desistir dos cargos.

Demarcação

Cerca de 80 indígenas realizaram um ato no início da tarde no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição. Eles protocolaram uma carta da Apib com reivindicações a Bolsonaro, incluindo o futuro da Funai, depois de não conseguirem uma audiência com o presidente eleito ou um representante de sua equipe.
No documento, a Apib reivindica o respeito a seus direitos originários, reconhecidos pela Constituição Federal de 1988, e a continuidade da demarcação de terras indígenas, obrigação constitucional do Poder Executivo. “Não queremos retrocesso dos nossos direitos constitucionais como povos indígenas. Durante a campanha, sabemos que foi muito grande o ataque às demarcações, mas precisamos retomar, o mais rápido possível”, disse Kretã, ressaltando que um governo eleito deve agregar todos que estão dentro do Estado brasileiro.
Sobre os comentários segundo os quais os povos indígenas estão aculturados e deveriam viver como os povos urbanos, Kretã Kayngang afirmou que 90% do povo brasileiro não sabem o que é o indígena.

“Somos mais de 305 povos indígenas no Brasil, não somos iguais, somo povos com culturas e conhecimentos diferentes, depende de cada um e dos seus interesses a maneira que quer viver”, disse. “A única política comum para todos se trata de resolver a questão fundiária para acabar com o genocídio desses povos.”

Arrendamento de terras

Na carta, a Apib também manifesta preocupação com as ameaças de abrir as terras tradicionais "aos interesses do agronegócio, da mineração, da construção civil e de outros grandes empreendimentos de impacto socioambiental". Existe uma proposta defendida pela bancada ruralista no Congresso que prevê o arrendamento de terras indígenas a produtores rurais.
Mas, para o líder indígena Kretã Kayngang, o maior desafio do governo deve ser o de criar uma política para tornar as terras indígenas sustentáveis, com apoio e financiamento para a sua subsistência, mas sem arrendamento.

agencia brasil

Indígenas pedem que Funai continue no Ministério da Justiça. Araguaína News

 
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