quarta-feira, 9 de agosto de 2017

CRIMINALIDADE FAZ MINISTÉRIO PÚBLICO QUESTIONAR QUANTIDADE DE POLICIAIS MILITARES EM ARAGUAÍNA. ARAGUAÍNA NEWS


O Estado tem 10 dias, a contar da notificação, para apresentar uma resposta. A cidade vive uma onda de criminalidade e só este ano, 403 casas foram furtadas ou roubadas.



MPE questiona o número de efetivo da Polícia Militar em Araguaína (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O aumento da criminalidade em Araguaína fez o Ministério Público questionar o número de policiais que atuam na cidade. O Estado tem 10 dias, a contar da notificação, para apresentar uma espécie de raio x da PM. A corporação informou que já foi notificada. 
A segunda maior cidade do estado vive uma onda de criminalidade. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, só este ano, 403 casas foram furtadas ou roubadas. Em 2015, 185 carros foram furtados. O número pulou para 322 no ano passado.
Em 2015, foram 59 assassinatos. Já em 2016, foram 63. Uma loja que fica no centro de Araguaína foi assaltada três vezes só no último mês. A gerente, que prefere não se identificar, conta que a sensação de insegurança aumentou. “Entraram, levaram muita mercadoria. Um prejuízo muito grande”.
O promotor de justiça Paulo Alexandre Rodrigues explica que o MPE quer saber quantos militares atuam em Araguaína e região. Solicitou ainda informações sobre o concurso público para contratar policiais.
“Qual é o quantitativo previsto na lei, que seria o quantitativo ideal. Solicitamos ainda que a polícia demonstre o déficit desde 2007 até 2017, nos últimos 10 anos, com as respectivas baixas, ano a ano”.
O Estado pode ser multado caso não apresente o número mínimo de policiais para trabalhar nas cidades. A Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda um policial para cada 450 habitantes. Em Araguaína existem cerca de 400 militares, segundo o promotor.
A Polícia Militar informou que já foi notificada e que os questionamentos vão ser respondidos junto ao Ministério Público. Informaram ainda que o concurso está em fase de licitação e afirmaram que não vão comentar sobre o número de efetivo nas unidades porque essa é uma informação que pode afetar a segurança dos policiais militares e da sociedade.


G1 To

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