segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

GRUPOS CRIADOS PARA AVISAR SOBRE LOCAIS DE BLITZ ESTÃO SENDO INVESTIGADOS PELA POLICIA . ARAGUAÍNA NEWS


Secretaria de Trânsito alerta que essa prática é crime e está trabalhando para identificar os responsáveis. Além de atrapalhar o trabalho da polícia, os grupos acabam ajudando criminosos.




Agentes de trânsito fazem blitz em quadra no centro de Palmas (Foto: Divulgação)


Avisar sobre blitz através de redes sociais é crime; entenda


A criação de grupos em aplicativos de celular e em redes sociais para avisar sobre a realização de blitz tem se tornado cada vez mais comum em Palmas. Além de impedir a fiscalização contra crimes e infrações, como no caso de motoristas que dirigem alcoolizados, essa prática também é considerada crime.
"Conforme nós fomos intensificando os trabalhos de fiscalização tanto com foco em Lei Seca, como em segurança, nós começamos a receber denúncias sobre grupos de WhatsApp. Isso começou a incomodar o trabalho e vamos tomar atitudes a partir dessas denúncias que vêm da própria população", explicou o gerente de fiscalização da secretaria de trânsito, Paulo Cezar de Lima.
Segundo o gerente, os grupos e os administradores estão sendo identificados e os casos serão repassados para a Polícia Civil. Conforme o código penal, avisar sobre blitz é crime de atentado contra serviço público e quem participa dos grupos também pode responder. A pena é de 1 a 5 anos de prisão.
Denúncias podem ser feitas pela central de flagrantes da Polícia Civil no telefone 197. "É um atentado contra a segurança e um desserviço contra a sociedade. As vezes o cidadão, sem maldade, quer ajudar alguém que está com o veículo irregular, mas acaba salvando um criminoso que poderia cair na operação", disse o gerente.

G1 TO

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