terça-feira, 24 de abril de 2018

URNAS COMEÇAM A SER DISTRIBUÍDAS PARA ELEIÇÃO SUPLEMENTAR NO TOCANTINS. ARAGUAÍNA NEWS


Ao todo 5.010 aparelhos foram testados e estão aptos para uso. A previsão é que até o dia 25 maio todos estejam nas 33 zonas eleitorais.

Urnas começam a ser distribuídas para eleição suplementar no Tocantins (Foto: Lucas Nascimento/TRE)

Urnas começam a ser distribuídas para eleição suplementar no Tocantins (Foto: Lucas Nascimento/TRE)
As urnas eletrônicas começaram a ser distribuídas para eleição susplementar que vai escolher governador e vice do Tocantins, nesta segunda-feira (23). Os mandatos de Marcelo Miranda (MDB) e Cláudia Lelis (PV) foram cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim de março por captação irregular de recursos.
Os primeiros aparelhos serão para as zonas eleitorais de Araguaína (1ªZE e 34ªZE), Tocantinópolis (9ªZE) e Wanderlândia (27ªZE). A previsão é que até o dia 25 maio todas as urnas estejam nas 33 zonas eleitorais.
De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, 5.010 urnas eletrônicas foram testadas e estão aptas para uso.
Na próxima quarta-feira (25) saem de Palmas as urnas para as zonas eleitorais de Araguatins, Itaguatins e Augustinópolis. Na quinta-feira (26) as urnas de Filadélfia, de Xambioá e de Goiatins começam a ser distribuídas.

Convenções

Os partidos e coligações terão apenas esta segunda-feira (23) para registrar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a candidatura dos nomes escolhidos para o mandato tampão no governo do estado. As convenções ocorreram durante o final de semana e foram definidas sete candidaturas. A eleição suplementar está marcada para o dia 3 de junho e a chapa eleita fica no governo até o fim de 2018.
A redefinição do calendário ocorreu na semana passada. As datas foram alteradas por causa dos recursos feitos pela defesa de Marcelo Miranda (MDB) que pediam a suspensão da cassação do mandato dele e da vice-governadora Cláudia Lelis (PV). O processo analisa o uso de caixa 2 na campanha eleitoral de 2014 e um novo recurso aguarda decisão no Supremo Tribunal Federal.
Serão candidatos na eleição suplementar: Carlos Amastha (PHS), Kátia Abreu (PDT), Marcos de Souza (PRTB), Mauro Carlesse (PHS), Vicentinho Alves (PR), Mário Lúcio Avelar (PSOL), Marlón Reis (REDE).
A eleição suplementar deve custar R$ 15 milhões aos cofres públicos.

A cassação

O mandato de Marcelo Miranda (MDB) foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim de março por captação irregular de recursos. Mas no dia 6 de abril, ele conseguiu uma liminar no Supremo Tribunal Federal e voltou ao Palácio Araguaia até que o TSE julgasse os embargos de declaração, instrumento jurídico usado para esclarecer pontos contraditórios da sentença.
Na última quarta-feira (18), os ministros do tribunal rejeitaram os embargos e decidiram manter o afastamento de Miranda.
Mauro Carlesse, presidente da Assembleia Legislativa, assumiu o cargo e fica até que seja realizada a eleição suplementar ou até que o ministro Gilmar Mendes julgue outra liminar do governador cassado Marcelo.


G1 TO

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