terça-feira, 22 de maio de 2018

160 PREFEITOS,VICES E VEREADORES DO TO VÃO À BRASÍLIA APRESENTAR DEMANDAS A TEMER. ARAGUAÍNA NEWS




Cento e sessenta prefeitos, vice-prefeitos e vereadores tocantinenses participaram da XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que iniciou nesta terça-feira, 22, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O evento tem como objetivo dar voz às demandas dos municípios junto ao governo federal.

A abertura teve a participação de cerca de sete mil municipalistas, do presidente da República, Michel Temer, além de ministros e parlamentares do Congresso Nacional.

Anfitrião do evento, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, fez um retrospecto das principais conquistas alcançadas pelos municípios por meio da marcha.

“Ela (Marcha) congrega toda a força municipalista do Brasil. Somente no governo Temer, os Municípios receberam os recursos da Repatriação, bem como da multa aplicada nesse programa, estimada em R$ 5 bilhões”. Ziulkoski aproveitou a oportunidade para reclamar a Temer do subfinanciamento dos programas federais pagos pelos Municípios, que “ao ano alcança a ordem de R$ 61 bilhões”, frisou o presidente da CNM.

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Em sua fala, o presidente da República, Michel Temer, reconheceu que a marcha representa um diálogo eficaz entre municípios, União e Congresso Nacional. Além disso, Temer anunciou medidas.

O presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano, avaliou o encontro e as propostas de Temer. “A ATM mobilizou os prefeitos de Tocantins a participarem deste encontro, que em todas as suas edições, trouxe benefícios direto aos Municípios. A união dos prefeitos em Brasília é importante para que os Poderes se sensibilizem com a crítica situação financeira dos Municípios brasileiros, e apresentem e/ou aprovem medidas que beneficiam os entes municipais”.

“Com os R$ 600 milhões liberados para a área da Educação, os cofres municipais recebem a totalidade dos R$ 2bilhões do AFM. Além disso, uma eventual mudança na Lei de Licitações reduzirá a burocracia e aumentará a capacidade de investimentos dos Municípios, bem como facilitará os processos de aquisição de bens e serviços”, disse Mariano. A previsão é que o limite de R$ 8 mil ao ano imposta às prefeituras para dispensa de licitação, por meio da Lei 8.666, aumente para R$ 35 mil.




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