quarta-feira, 15 de maio de 2019

Acordo de delação do dono da GOL pode explicar favores às empresas aéreas. Araguaína News


Engavetar projetos tem sido uma das formas de servir a empresas aéreas

Henrique Constantino, um dos sócios da empresa aérea GOL. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
A delação de Henrique Constantino, chefão da GOL, pode ser a chave para entender os muitos favores do poder público às empresas aéreas. Na Câmara, por exemplo, investigação pode desvendar o que mantém na gaveta, desde dezembro de 2016, o projeto do Senado que anula a cobrança de bagagem em viagens aéreas. O projeto nunca foi votado. E tem o fim da reserva de mercado, que só se viabilizou quando as aéreas “nacionais” passaram a ambicionar investimentos estrangeiros. 
No Anexo 7, Constantino citou supostas propinas por meio da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) a políticos importantes.
Constantino delatou Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, entre outros.
O ex-ministro de Cidades Bruno Araújo (PE), atual presidente nacional do PSDB, também foi citado pelo dono da GOL por receber propina.
Romero Jucá (MDB), os petistas Marco Maia (RS), Vicente Cândido e Edinho Silva (SP) e Otávio Leite (PSDB-RJ) também são denunciados.

Diario do poder 

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